Educação para Inovar

O tema que trabalhamos em "A Nova Era do Talento & Inovação" tem sido cada vez mais abordado por especialistas, em reflexão constante sobre a ligação de talento, inovação e competitividade com educação, sistemas de regulação e outras variáveis que impactam positiva e negativamente no desenvolvimento individual, corporativo e econômico do país.

Em mais uma rodada de debates sobre competitividade no Brasil, especialistas se reuniram em maio, no auditório do Instituto de Estudos Aplicados da USP (IEA/USP) para abordar o tema Talento e Inovação, que trata em termos gerais da educação, da qualificação profissional e da inovação. O debate é parte do ciclo de “Diálogos de Competitividade”; encontros promovidos pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e o Movimento Brasil Competitivo (MBC), em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Observatório da Inovação e Competitividade da USP com o objetivo de abrir um canal de diálogo sobre a competitividade brasileira, em comparação a outros países, e refletir quais são os elementos para uma agenda estratégica de desenvolvimento para o País.

Educação para Inovar

O ambiente de inovação brasileiro foi um dos tópicos de destaque nas discussões, no que diz respeito à sua qualidade e ao relacionamento entre universidades e empresas. Segundo Guilherme Lima, da Whirlpool, a inovação é um processo de médio a longo prazo. “Não conseguimos desenvolver parcerias e inovação em longo prazo”, disse ele. “Ainda não é uma prática padrão, a interação de empresas com universidades.”

Além disso, a educação de base foi apontada como sendo uma lacuna na qualificação de profissionais para o mercado de trabalho. Alberto Gadioli, diretor da 3M, afirma que esse gargalo “se traduz na necessidade de investimento interno em capacitação”. Segundo o convidado, a 3M possui uma academia interna pela qual passa a maioria dos funcionários, com carga horária de 200 a 300 horas-aula. “Isso é o equivalente a um MBA”.

Quanto ao relacionamento entre a empresa e as instituições de ensino, reconheceu que houve grande avanço com a Lei de Inovação, mas ainda falta melhorar o sistema de regulação, que ainda é desfavorável para as empresas no desenvolvimento de pesquisas.

FONTE: http://www.mbc.org.br/mbc/novo/index.php?option=noticia&Itemid=2&task=detalhe&id=14849

Acompanhe "Diálogos da Competitividade" em http://www.mbc.org.br

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