Os líderes são de fato os responsáveis pelo resultado de suas equipes?!

"Quem é responsável quando a equipe se apresenta? Quem é colocado como técnico? Quem é responsavel pelas escolhas? Sou eu. Então os jogadores também vão tentar assumir a responsabilidade pelo resultado catastrófico, mas a escolha da parte tática foi minha, o responsável pelo resultado sou eu", disse Luiz Felipe Scolari, técnico da seleção.

Qual o paralelo que podemos fazer com o mundo corporativo? Os líderes são de fato os responsáveis pelos maus resultados da equipe?!

No mundo corporativo, uma das grandes preocupações é com a formação de líderes. O preparo do profissional que vai estar à frente das equipes de trabalho é primordial para o sucesso da empresa. Afinal, o líder tem a missão de conduzir sua equipe de forma a extrair sua melhor performance, desenvolvendo as habilidades de cada um, a fim de que todos possam contribuir para o alcance das metas de sua empresa.

No futebol, o técnico tem essa mesma missão. Assim como o líder corporativo traça as estratégias para atingir seus objetivos, o técnico age da mesma maneira, criando as estratégias, estudando seus adversários, motivando seu time para auxiliá-lo nas competições. Todos precisam se empenhar, pois o trabalho em equipe é o que leva à vitória, e não a atuação de um ou dois jogadores. Isso o futebol ainda deve aprender com o mundo corporativo, pois esperar que o sucesso seja conquistado graças ao talento de alguns profissionais, não é sinônimo de equipe, mas sim de um simples grupo de trabalho.

Podemos usar a seleção alemã como exemplo ou, melhor ainda, o Barcelona, mais conhecido por aqui. O time é famoso pelo trabalho desenvolvido em suas categorias de base. A filosofia do time consiste em desenvolver os talentos desde cedo, talentos estes que irão brilhar na equipe principal, posteriormente.

Esta iniciativa foi implementada pelo clube catalão na década de 1980. Portanto, a equipe apresentada pelo time nos dias de hoje é o resultado de anos de trabalho. A personificação desta filosofia atende pelo nome de Messi: a grande estrela foi contratada aos 14 anos de idade, para atuar na equipe do Infantil B. A diretoria reconheceu o talento do pequeno argentino e investiu em seu desenvolvimento. Hoje, o Barcelona é um time que investe mais na preparação de jogadores do que na compra de jogadores já reconhecidos pela sua atuação.

O mundo corporativo precisa aprender esta lição com o Barcelona. O motivo? O apagão da mão de obra, que assusta empresários pelo país afora. Tal situação já é uma realidade em diversos setores da economia brasileira. Mas o que a empresa deve fazer, então?

Quando uma empresa inicia o processo seletivo para preenchimento de vagas, ela traça o perfil do profissional que está procurando. Devido às exigências do perfil, muitas vezes o processo seletivo se arrasta por um longo tempo, na busca do candidato ideal, o que se torna algo oneroso para a empresa, pois nem sempre ela encontra pessoas com a qualificação e a experiência desejadas. Uma solução é buscar os profissionais com as competências necessárias e desenvolver as habilidades exigidas para a função que ele irá desempenhar, seja através de treinamentos ou cursos de capacitação.

Assim, a empresa garantirá não somente profissionais capacitados, mas também comprometidos com a empresa e com sua cultura organizacional. Afinal, investir em seu funcionário demonstra o quanto a empresa acredita em seu potencial, o que funciona como um excelente fator motivador. Desta forma, a empresa amenizará o problema do apagão da mão de obra e terá um verdadeiro time entrosado, motivado e que veste, com garra, a camisa da organização.

"Eles foram melhor, se prepararam melhor, estiveram melhor no jogo. Nós levamos quatro gols em 16 minutos. É um dia de muita tristeza, mas muito aprendizado também", disse David Luiz, zagueiro da seleção.

Então a explicação da derrota está na eficiência do time adversário? A Alemanha estava tão bem preparada a ponto de desestruturar o time brasileiro ou a equipe é que não estava preparada para enfrentar um adversário tão capacitado? Não sabemos. Agora o que vale para Scolari e sua equipe é estudar e analisar quais foram os erros, quais as possíveis soluções e como trabalhar para que eles não sejam cometidos novamente na partida pelo terceiro lugar.

Fonte: adaptação dos textos de Renata Silva para o portal administradores.com.br e Priscila Yazbek para exame.com.

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